Como o clima pode influenciar a agricultura?

5 de dezembro de 2024

Entender como o clima pode influenciar a agricultura  é indispensável para produtores rurais, principalmente por ser um dos fatores mais críticos devido ao seu impacto direto em todas as fases do ciclo produtivo, desde a escolha do momento de plantio até a colheita e o armazenamento. 


O sucesso de uma safra depende não apenas do controle de fatores internos da lavoura, mas também da capacidade de previsão e adaptação a condições climáticas variáveis. 


A seguir, exploramos como o clima pode influenciar a agricultura, as condições ideais para plantio e colheita, e destacamos a importância de um planejamento adequado.

Como o clima pode influenciar a agricultura: entenda essa relação

O clima impacta diretamente o crescimento, a produtividade e a qualidade das culturas agrícolas. Fatores como temperatura, umidade, luminosidade e precipitação determinam quais culturas prosperam em uma determinada região e época. A combinação dessas variáveis define não só o sucesso do plantio, mas também o ciclo de desenvolvimento das plantas, por afetar o zoneamento agrícola, ou seja, na escolha das espécies mais adequadas para cada região. 

Algumas culturas, como milho, soja e trigo, são sensíveis a períodos de déficit hídrico, ou seja, escassez de água em fases críticas de desenvolvimento, como o florescimento e o enchimento dos grãos. Com isso, as mudanças climáticas tornam as condições de cultivo mais imprevisíveis, aumentando a frequência de eventos extremos, como secas prolongadas, geadas e chuvas intensas.

Até mesmo fenômenos como o El Niño e a La Niña precisam ser considerados, por afetarem o Brasil de maneiras distintas: o El Niño pode trazer chuvas acima da média à região Sul do país, enquanto a La Niña costuma trazer seca ao sul e umidade excessiva ao norte.

A seca e seu impacto na agricultura

A seca é um dos fenômenos climáticos mais críticos para a agricultura. Quando uma região passa por períodos de baixa precipitação, os efeitos sobre o solo e as culturas são diretos e severos. A falta de água reduz a capacidade das plantas de realizarem processos vitais, como fotossíntese e respiração celular, essenciais para o crescimento saudável. 

Segundo o planejamento de safra da própria Biond para 2024/25, o fenômeno climático La Niña deve provocar secas prolongadas em importantes regiões produtoras do Brasil. Essa previsão coloca a produtividade agrícola em risco, exigindo estratégias de monitoramento e mitigação como irrigação e manejo de solo para minimizar os impactos negativos sobre a safra e garantir melhores resultados para os produtores rurais.

Exemplo do milho safrinha

No caso do milho safrinha, um ciclo com chuvas escassas pode limitar o crescimento das plantas, reduzindo a quantidade e a qualidade dos grãos colhidos. Dados do portal Nutrição de Safras mostram que, durante episódios de seca intensa, a produtividade do milho safrinha pode sofrer quedas de até 20%. Esse impacto se traduz em perdas econômicas significativas para os produtores e para toda a cadeia agrícola.

Para enfrentar a seca, agricultores podem adotar práticas de manejo sustentável, como o uso de cultivares resistentes à seca, sistemas de irrigação de precisão e técnicas de conservação de solo que ajudam a reter umidade. 

Qual o clima ideal para o plantio?

Cada cultura possui condições climáticas ideais para o plantio. O milho, por exemplo, prospera em temperaturas entre 18 °C e 27 °C, com uma distribuição de chuvas bem equilibrada. A soja exige alta umidade no início do ciclo e prefere períodos secos no final para evitar fungos. Já o trigo se desenvolve melhor em climas mais amenos, com temperaturas entre 15 °C e 22 °C, além de uma umidade moderada para evitar estresse hídrico ou fungos que comprometam a qualidade do grão.

Por isso, realizar o plantio na época certa é uma das práticas mais eficazes para garantir a máxima produtividade. Um estudo da Embrapa indica que plantios realizados fora das condições ideais podem resultar em uma queda de até 30% na produtividade da soja e do milho. Com base nisso, os produtores podem planejar o plantio alinhado com previsões climáticas e o ciclo de cada cultura.

Qual o clima ideal para a colheita?

A colheita requer clima seco e ameno para preservar a qualidade dos grãos. Colher em dias de chuva ou alta umidade pode aumentar os custos, pois milho, soja e trigo precisam de secagem adicional, o que afeta a lucratividade. 

O milho deve ser colhido com umidade entre 18% e 20%, a colheita de soja com cerca de 13% a 15%, e o trigo com umidade ideal em torno de 13%, o que facilita o armazenamento e mantém a integridade dos grãos.

Dessa forma, entender como o clima pode influenciar a agricultura se torna ainda mais relevante, uma vez que é preciso mapear todas as condições ideais de colheita para reduzir o risco de contaminação e preservar o valor comercial dos grãos.

Tendências e novas tecnologias no monitoramento climático

A evolução tecnológica está revolucionando a forma como a agricultura enfrenta os desafios climáticos. Com a integração de tecnologias avançadas de monitoramento, o setor agrícola tem maior precisão e rapidez para reagir a condições variáveis. Ferramentas de sensoriamento remoto, por exemplo, permitem a coleta de informações detalhadas do solo e das plantas em tempo real, oferecendo dados sobre níveis de umidade, temperatura e possíveis áreas de estresse.

Drones estão sendo amplamente adotados para monitoramento aéreo de grandes áreas de plantio. Equipados com câmeras de alta resolução e sensores multiespectrais, eles captam imagens detalhadas que ajudam a identificar regiões com déficit hídrico, infestações de pragas ou doenças em estágio inicial. 

Outra tendência é o uso de inteligência artificial (IA)  e big data para previsões climáticas de alta precisão. Modelos de IA analisam grandes volumes de dados históricos e atuais para prever eventos climáticos, como chuvas ou períodos de seca, auxiliando os produtores a planejar atividades agrícolas.

A Biond apoia produtores com previsões e ferramentas de inteligência que permitem adaptar o manejo agrícola ao clima, protegendo a produtividade e a rentabilidade da safra. 

Planejamento da lavoura: estratégias para minimizar os riscos climáticos

Uma estratégia que incorpora o acompanhamento das condições climáticas e das previsões sazonais ajuda produtores a antecipar problemas e a tomar decisões mais assertivas. 

Por isso, planejar a lavoura com base nas condições climáticas envolve entender não só a previsão do tempo, mas também o comportamento climático ao longo do ciclo das culturas. Um planejamento climático eficaz deve incluir:

  • Escolha da época de plantio e colheita: alinhar o ciclo da cultura com as condições climáticas ideais;
  • Ajuste de práticas de irrigação: garantir que o solo tenha um nível adequado de umidade durante as fases mais sensíveis do crescimento das plantas;
  • Estratégias de mitigação: como a implementação de barreiras contravento, manejo de solo e o uso de cultivares resistentes ao clima;
  • Tecnologia e monitoramento: o uso de estações meteorológicas, sensores de umidade e softwares de análise climática pode auxiliar o produtor a tomar decisões rápidas e assertivas.

Na Biond, por exemplo, oferecemos assessoria que inclui monitoramento de anomalias climáticas, como chuvas intensas ou períodos de seca, permitindo que o produtor minimize riscos e otimize o rendimento de sua colheita.

Conte com a Biond para superar os desafios climáticos

O clima será sempre um fator desafiador para a agricultura, mas o conhecimento e o planejamento certo transformam o desafio em oportunidade. A Biond entende os desafios que o clima impõe à agricultura e trabalha lado a lado há 25 anos com os produtores e empresas agrícolas com soluções de venda e gestão de riscos.

Contamos com tecnologias de monitoramento em tempo real e previsões de longo prazo, facilitando o planejamento e a adaptação às variações climáticas. Quer receber em primeira mão essas informações, clique aqui e faça parte do nosso canal do WhatsApp!

Essa expertise nos permite analisar o mercado e o campo com assertividade. Inclusive, considerando o clima, os preços, os custos e as margens, a projeção inicial do nosso planejamento de safra   indica uma produção de soja para a safra 2024/2025 de aproximadamente 164,8 milhões de toneladas, um crescimento de 11,8% em relação ao ano anterior.

Com nossa assessoria agrícola especializada, você se prepara melhor para enfrentar os desafios climáticos, minimizar riscos e aumentar os ganhos. Quer saber como? Aproveite a oportunidade para agendar duas reuniões gratuitas com a Biond e transforme o clima em um aliado para a produtividade da sua lavoura.


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26 de setembro de 2026
Chicago sobe, mas o dólar recua. O prêmio melhora, enquanto o mercado físico de uma região continua pressionado. Em outro momento, a Bolsa pouco se movimenta e a proposta recebida pelo produtor avança. Essas situações fazem parte do mercado da soja porque o preço recebido no Brasil não depende de uma única referência. Chicago, câmbio, prêmio e basis podem caminhar em direções diferentes. Por isso, acompanhar apenas a cotação da soja ou esperar que todos esses fatores estejam favoráveis ao mesmo tempo pode deixar de fora parte importante da leitura do mercado. O cenário de 2026 mostrou isso com clareza. Mesmo com exportações brasileiras fortes, o produtor enfrentou momentos de câmbio menos favorável, prêmios pressionados e custos mais elevados. A combinação ajudou a explicar por que uma demanda externa aquecida não necessariamente se transformou na mesma intensidade em preço e margem na fazenda. Para quem comercializa volumes maiores, o ponto não é apenas saber se o preço da soja subiu ou caiu. É entender qual componente provocou o movimento, quanto dele chegou ao mercado físico e como aquela condição se encaixa na posição comercial da operação. Neste artigo, você vai entender como Chicago, câmbio, prêmio e basis influenciam o preço da soja, por que esses componentes nem sempre se movimentam juntos e como essa leitura pode ajudar a identificar oportunidades de comercialização sem perder de vista margem e risco. Por que o preço da soja não depende apenas de Chicago? A Bolsa de Chicago soja funciona como uma das principais referências internacionais para o preço da soja . Expectativas de produção, estoques, exportações, consumo, clima e oferta global movimentam os contratos futuros e alteram as referências acompanhadas diariamente pelo mercado. Mas uma mudança no preço da soja em Chicago não chega automaticamente, e na mesma intensidade, ao produtor brasileiro. Entre a referência internacional e a proposta em reais por saca entram câmbio, prêmio de exportação, basis, frete, logística e condições regionais de oferta e demanda. Segundo a Secex/MDIC , em agosto de 2026 o Brasil exportou 9,8 milhões de toneladas de soja , 5,2% acima do mesmo mês de 2025. O valor médio da soja exportada chegou a US$ 449,70 por tonelada , avanço de 8,3% na comparação anual. Ao mesmo tempo, a demanda internacional continuava sujeita a outros fatores. A China respondia por mais de 60% das importações mundiais de soja e que, apesar da necessidade elevada de compras, os estoques nos portos chineses e os dias de cobertura estavam acima da média dos últimos cinco anos , indicando uma posição de abastecimento relativamente confortável. Como o câmbio interfere no preço da soja? A soja possui referência internacional em dólar, enquanto o resultado da operação brasileira é calculado principalmente em reais. Por isso, o câmbio interfere diretamente na transmissão dos movimentos externos para o mercado interno. Na prática, se Chicago avança enquanto o real também se valoriza, parte da alta internacional pode ser reduzida quando o preço é convertido para reais. No movimento contrário, uma valorização do dólar pode fortalecer as referências domésticas mesmo que Chicago apresente pouca mudança. O ponto, portanto, não é observar Chicago ou dólar isoladamente, mas entender como os dois movimentos chegam juntos ao preço disponível em reais . O prêmio pode fortalecer ou reduzir a condição da soja brasileira Além de Chicago e câmbio, o prêmio ajuda a mostrar como o mercado está precificando a soja brasileira em relação à referência internacional. Ele responde à disponibilidade de produto, ritmo das exportações, demanda dos compradores, programação de embarques e competitividade entre diferentes origens. Esse componente ganhou importância diante da situação da demanda chinesa . Para 2026/27, a projeção de importações da China estava em 115 milhões de toneladas , enquanto as estimativas de necessidade de compra giravam próximas de 110 milhões de toneladas . Ao mesmo tempo, os estoques nos portos chineses e os dias de cobertura permaneciam acima da média dos últimos cinco anos, indicando uma posição de abastecimento mais confortável. Essa condição é importante porque a necessidade de soja não significa, necessariamente, urgência para comprar a qualquer preço. Com estoques mais confortáveis, compradores podem ter mais espaço para escolher o momento das aquisições ou buscar origens mais competitivas. Exportação forte também não garante preço melhor na fazenda O ritmo das exportações brasileiras em 2026 ajuda a mostrar por que demanda externa e preço recebido pelo produtor não caminham necessariamente na mesma intensidade. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) , entre janeiro e agosto o Brasil exportou 92,8 milhões de toneladas de soja , contra 86,5 milhões de toneladas no mesmo período de 2025, avanço de 7,2% . Em valor, as exportações da oleaginosa somaram US$39,4 bilhões , crescimento de 15,2% na comparação anual. À primeira vista, exportações mais fortes poderiam sugerir condições igualmente melhores para a comercialização. Mas essa relação não é automática. O volume embarcado mostra a força da demanda pela soja brasileira, enquanto o preço que chega à fazenda continua dependendo da combinação entre Chicago, câmbio, prêmio, basis, frete, logística e condições regionais de oferta e demanda . Por isso, mesmo diante de um avanço das exportações, parte dessa força pode não chegar à proposta recebida pelo produtor quando outros componentes do preço estão menos favoráveis. Ou seja, exportação forte sinaliza demanda, mas não garante, sozinha, preço ou margem melhores na fazenda . É justamente por isso que a análise da comercialização precisa ir além do volume embarcado e considerar como cada componente está chegando à operação E onde entra o basis? Se Chicago ajuda a explicar a referência internacional e o prêmio mostra parte das condições da origem brasileira, o basis aproxima essa leitura da realidade de cada praça. De forma simplificada, ele mostra como o preço físico de uma região se comporta em relação à referência utilizada pelo mercado. Esse valor pode mudar de acordo com: Disponibilidade de soja na região; Número e agressividade dos compradores; Necessidade de originação; Frete; Armazenagem; Distância dos portos; Demanda das indústrias; Momento da safra. Por isso, duas regiões podem receber propostas diferentes mesmo olhando para a mesma Chicago e o mesmo câmbio. Uma região com maior oferta durante a colheita pode apresentar basis mais pressionado. Em outra, uma indústria ou trading precisando recompor volume pode aumentar a competição pela soja e melhorar as condições locais. O mercado físico da soja possui, portanto, uma dinâmica própria. Quer entender por que o preço que aparece na tela nem sempre é o preço que chega até você? No relatório “Brasil, prêmio e basis: o preço que realmente recebemos” , você aprofunda como Chicago, prêmio, basis, logística, demanda regional e fluxo de exportação se combinam para formar o preço físico — e onde podem surgir riscos e oportunidades na comercialização. Quero entender meu preço de verdade Chicago, câmbio, prêmio e basis nem sempre se movimentam juntos Parte das oportunidades de comercialização aparece justamente quando os componentes do preço se descolam. Chicago pode subir enquanto o dólar perde força. Em outro momento, o câmbio pode sustentar a referência em reais enquanto o prêmio recua. O prêmio também pode melhorar durante uma baixa na Bolsa, assim como o basis pode ganhar força em determinada região sem uma mudança relevante no mercado internacional. Essa diferença ajuda a explicar por que o movimento observado na tela nem sempre chega com a mesma intensidade ao preço disponível no mercado físico. Na prática, o que importa não é apenas identificar se o preço da soja subiu ou caiu, mas entender qual componente está adicionando ou retirando valor da proposta naquele momento . É essa leitura que ajuda a separar um movimento internacional de uma oportunidade específica do mercado físico e evita que a decisão de comercialização fique dependente de uma única referência. Onde pode estar a oportunidade no preço da soja? Uma oportunidade não precisa aparecer em todos os componentes ao mesmo tempo. Em determinado momento, Chicago pode chegar a um nível interessante enquanto o prêmio continua pressionado. Em outro, a Bolsa pode ficar praticamente lateral, mas o dólar melhora a paridade em reais. Também pode surgir uma oportunidade regional, com compradores mais ativos e um basis mais favorável. Essa diferença importa porque o comportamento futuro dos componentes também pode ser diferente. Se grande parte da valorização veio do câmbio, o risco que permanece aberto não é o mesmo de uma situação em que o basis regional está excepcionalmente forte. Para operações mais estruturadas, identificar essa origem ajuda a organizar melhor as decisões de venda e proteção. Preço maior não significa, sozinho, uma venda melhor Uma cotação mais alta pode abrir uma oportunidade, mas o resultado da decisão depende de quanto aquele preço representa de margem para a operação. No início de 2026, por exemplo, os preços de venda estavam cerca de 10% abaixo do mesmo período do ano anterior, enquanto os custos de produção avançavam entre 7% e 10%. A pressão, portanto, vinha dos dois lados da margem. Isso mostra por que o preço da soja precisa ser analisado junto com outros fatores da operação, como: Custo de produção; Margem disponível; Volume já comercializado; Necessidade de caixa; Compromissos assumidos; Capacidade de armazenagem; Volume ainda exposto ao mercado. A decisão também envolve o risco de permanecer aberto esperando uma nova valorização. Quanto maior o volume ainda não comercializado, maior a participação em uma eventual alta, mas também maior a exposição caso Chicago, câmbio, prêmio ou basis mudem de direção. Por isso, uma oportunidade de venda não deveria ser avaliada apenas pelo preço nominal da saca, mas pela relação entre preço, margem, necessidade financeira e nível de exposição da operação. As melhores condições raramente aparecem em todos os componentes ao mesmo tempo Uma janela de oportunidade pode aparecer primeiro na Bolsa. Em outro momento, o câmbio pode melhorar a referência em reais. O prêmio pode ganhar força mesmo sem uma alta relevante em Chicago, enquanto o mercado físico regional pode se valorizar por maior disputa entre compradores ou menor disponibilidade de produto. Por isso, acompanhar esses componentes não significa esperar pelo momento em que todos estejam favoráveis ao mesmo tempo. A lógica é identificar quando uma parte relevante da formação do preço oferece uma condição interessante e avaliar se aquele movimento faz sentido dentro da estratégia da safra. Esse princípio também aparece na venda escalonada de grãos , em que as decisões são distribuídas ao longo do ciclo em vez de depender de um único momento de mercado. O objetivo não é acertar o maior preço da safra, mas avançar nas vendas quando a relação entre preço, margem e risco se torna mais favorável para a operação. A oportunidade precisa fazer sentido dentro da posição comercial É nesse ponto que acompanhar o mercado da soja deixa de significar apenas observar cotações. A leitura precisa considerar como preço, margem, risco e posição comercial se combinam antes de uma nova decisão de venda. Para operações mais estruturadas, isso exige acompanhar não apenas Chicago, câmbio, prêmio e basis, mas também entender como esses movimentos afetam a exposição da safra, a margem disponível e o planejamento comercial. Uma mesma oportunidade de preço pode exigir decisões diferentes de acordo com a posição da operação. Uma fazenda que já comercializou grande parte da produção tem uma exposição diferente daquela que mantém volume elevado em aberto. Também entram nessa conta o preço médio das vendas realizadas, os compromissos de caixa, volumes vinculados a contratos ou barter e a margem já protegida. Por isso, identificar uma oportunidade no mercado é apenas uma parte da decisão: também é preciso entender quanto daquela oportunidade faz sentido capturar diante da posição comercial da safra. É justamente nesse território que atua a Consultoria Biond. A solução combina inteligência de mercado de grãos, acompanhamento de soja e milho, câmbio, prêmios, fertilizantes e cenário global para apoiar decisões de comercialização com mais contexto. Na prática, a consultoria em comercialização de grãos ajuda a transformar informação de mercado em leitura estratégica, conectando movimentos de preço à gestão de risco de preços agrícolas, proteção de margem e planejamento da safra. Conheça a Consultoria Biond e veja como estruturar decisões de comercialização com mais estratégia .
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